Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez
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Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez

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Com Domingo Hernández Sánchez e Luís António Umbelino 08 OUT

8 out
    
18h00
    
Gratuito
    
Registration required

Apresentação de livro

‍Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez, é o segundo volume da coleção Hermes e Héstia, editada pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC).

Partindo da ideia de «sair sem guardar», o livro propõe uma reflexão sobre a memória e sobre aquilo que se guarda, se perde ou se transforma nas estratégias culturais e estéticas contemporâneas. Cópias, originais, anacronismos, regressos, repetições, versões, ironias e narrativas atravessam um ensaio em que estética e ficção se encontram.

A edição portuguesa tem tradução de Hugo Miguel Santos. A direção da coleção é de Désirée Pedro e Luís António Umbelino, com coordenação científica de Luís António Umbelino, coordenação editorial de Carina Correia e design de João Bicker.

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Sobre a coleção Hermes e Héstia

A coleção Hermes e Héstia, do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), nasce com o propósito de contribuir para os debates contemporâneos em torno do significado filosófico, cultural, social, político e global dos novos caminhos trilhados pela arte e pela arquitetura contemporâneas.

Na apresentação da coleção, Luís António Umbelino encontra nas duas figuras mitológicas os princípios que orientam este projeto editorial. De Hermes, «o deus mensageiro», recolhe-se a ideia do caminho, «da partida e da chegada, da palavra enviada e da palavra recebida»; de Héstia, «a deusa grega do lar», a interrogação sobre a casa e a morada. Entre ambas, a coleção propõe-se acolher «textos relevantes e atuais» capazes de enfrentar os cruzamentos conceptuais que dão expressão «ao caminho e à casa».

É nesse território entre deslocação e pertença que se desenha a identidade da coleção. Como escreve Umbelino, a escolha dos títulos procura contrariar «a tendência para o esquecimento do tecido espacial do “ser-no-mundo”», regressando a questões fundamentais da condição humana que se deixam entrever «entre a arte, a arquitetura e o desafio de compreender os lugares de pertença onde uma vida humana pode ter lugar».

O primeiro volume, Dériville — Cidade-Deriva: Os Situacionistas e a Questão Urbana, do filósofo e escritor francês Bruce Bégout, inaugurou a coleção com uma reflexão sobre a cidade, a deriva e a experiência do espaço urbano.

Com Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez, Hermes e Héstia chega agora ao segundo volume, dando continuidade a este espaço editorial de reflexão sobre arte, experiência, espaço e modos de habitar o mundo.

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Apresentação de livro

‍Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez, é o segundo volume da coleção Hermes e Héstia, editada pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC).

Partindo da ideia de «sair sem guardar», o livro propõe uma reflexão sobre a memória e sobre aquilo que se guarda, se perde ou se transforma nas estratégias culturais e estéticas contemporâneas. Cópias, originais, anacronismos, regressos, repetições, versões, ironias e narrativas atravessam um ensaio em que estética e ficção se encontram.

A edição portuguesa tem tradução de Hugo Miguel Santos. A direção da coleção é de Désirée Pedro e Luís António Umbelino, com coordenação científica de Luís António Umbelino, coordenação editorial de Carina Correia e design de João Bicker.

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Sobre a coleção Hermes e Héstia

A coleção Hermes e Héstia, do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), nasce com o propósito de contribuir para os debates contemporâneos em torno do significado filosófico, cultural, social, político e global dos novos caminhos trilhados pela arte e pela arquitetura contemporâneas.

Na apresentação da coleção, Luís António Umbelino encontra nas duas figuras mitológicas os princípios que orientam este projeto editorial. De Hermes, «o deus mensageiro», recolhe-se a ideia do caminho, «da partida e da chegada, da palavra enviada e da palavra recebida»; de Héstia, «a deusa grega do lar», a interrogação sobre a casa e a morada. Entre ambas, a coleção propõe-se acolher «textos relevantes e atuais» capazes de enfrentar os cruzamentos conceptuais que dão expressão «ao caminho e à casa».

É nesse território entre deslocação e pertença que se desenha a identidade da coleção. Como escreve Umbelino, a escolha dos títulos procura contrariar «a tendência para o esquecimento do tecido espacial do “ser-no-mundo”», regressando a questões fundamentais da condição humana que se deixam entrever «entre a arte, a arquitetura e o desafio de compreender os lugares de pertença onde uma vida humana pode ter lugar».

O primeiro volume, Dériville — Cidade-Deriva: Os Situacionistas e a Questão Urbana, do filósofo e escritor francês Bruce Bégout, inaugurou a coleção com uma reflexão sobre a cidade, a deriva e a experiência do espaço urbano.

Com Sair sem guardar — Estética e ficção, de Domingo Hernández Sánchez, Hermes e Héstia chega agora ao segundo volume, dando continuidade a este espaço editorial de reflexão sobre arte, experiência, espaço e modos de habitar o mundo.

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